Blast from the Past

Acelere sem culpa em cidades famosas no game Midtown Madness 3, exclusivo para Xbox

Jogos em mundo aberto são sempre bem vindos, não é mesmo? Seja o estilo que ele for, a sensação de explorar você mesmo cada canto do cená... (por Ramon Oliveira de Souza em 12/01/2014, via Xbox Blast)


Jogos em mundo aberto são sempre bem vindos, não é mesmo? Seja o estilo que ele for, a sensação de explorar você mesmo cada canto do cenário livremente é incrível! Em jogos de corrida, a liberdade aumenta ainda mais. A série Midtown Madness, iniciada nos PCs trazia esse trunfo, onde você podia desfrutar de paisagens e verdadeiras corridas malucas por vários lugares do mundo, e o terceiro passo da franquia, Midtown Madness 3 não fez feio. Além de trazer mais veículos, mais modos de game e cidades famosas, ele também trouxe ao Xbox o então novato “modo on-line”. Que tal relembrar esse grande game hoje? Então, coloque os cintos, verifique os retrovisores e vamos nessa!

Aquecendo os motores

Desenvolvido pela Digital Illusions CE e publicado pela Microsoft, Midtown Madness 3 foi o primeiro passo da franquia, antes exclusiva para os PCs, para um console de mesa. Como a maior parte dos jogos do gênero, ele não contou com um modo história decente, apenas com pequenas desculpas para que você possa jogar um modo single player sem muitas perguntas, mas logo, logo falamos sobre esse ponto. O game sofreu uma pequena descrença por parte da mídia e de alguns fãs devido à mudança da empresa desenvolvedora, tendo sido a Angel Studios, hoje conhecida como Rockstar San Diego, responsável pelo desenvolvimento dos dois primeiros games. Mas ainda assim, o jogo foi um sucesso.

Midtown Madness 3 não fez feio

Como estou dirigindo?

Midtown Madness 3 contava com algumas ruas do mundo real, como as cidades de Tóquio e Washington. Cada uma delas contava com um “pseudo modo história”, chamado de Undercover Work, onde encontrávamos pequenas missões que nos obrigava a utilizar um certo tipo de carro. Por exemplo, em Paris existia uma missão onde devíamos entregar um certo item em um ponto específico da cidade, sendo que se fazia necessário pilotar um ônibus. Mesmo preso a esse modo história, dirigir em Paris e conhecer cada canto da cidade se tornava muito prazeroso.

Pode ficar tranquilo que em Midtown Madness 3 o seu caminhão de lixo será muito bem-vindo até na torre Eiffel

Sem contar que cada missão realizada ajudava no desbloqueio de carros, que eram muitos! A lista contava com um pouco mais de 32 veículos, dos mais diversos tipos, sendo que cada modelo era encontrado em uma cidade especifica. Dentre eles, destacavam-se: Limousine, que era desbloqueada após completar a “missão chouffer” em Paris; Ambulância, que se tornava acessível após o término da “missão resgate”; Cadillac Eldorado 1959, disponível após o término da “missão entregador de pizza”, em Washington e o New Beatle, disponível logo no inicio do jogo em qualquer cidade.

E é claro que não poderia deixar de faltar um Kart!

Corredores do mundo todo!

Mas o maior destaque do jogo, sem dúvidas, foi o modo on-line, que estava dando as caras naquela geração e tinha um potencial alto no console também iniciante da Microsoft. Nele, era possível jogar com até oito gamers em alguns modos disponíveis para a diversão em rede, como o modo Hunter, onde um player assumia o papal de fugitivo da polícia enquanto os outros sete assumiam o papel de policial, e o objetivo era destroçar o carro do fugitivo da lei. Um modo “Gold Rush” também era disponibilizado on-line, onde éramos inseridos aleatoriamente em um ponto do mapa e tínhamos como missão levar o ouro, literalmente, para um outro ponto determinado da cidade, só que com muito cuidado para que os outros gamers ali conectados não destruíssem o veículo e levassem toda a grana embora.

Sem dúvidas, o modo on-line era o maior atrativo

Acelera aí!

Midtown Madness 3 mostrou como um game de corrida pode se tornar interessante, ainda mais em um mundo aberto e cheio de possibilidades. Disfarçado de simulador de corrida, o jogo se deu bem no Xbox, mas infelizmente parou por aí e deixou saudades para os amantes do gênero. Se ainda não jogou, corra que ainda dá tempo de aquecer os motores do Xbox e andar por aí com os carros mais bacanas nos cenários mais famosos do mundo!

Revisão: Bruno Nominato
Capa: Stefano Genachi
Ramon Oliveira de Souza escreve para o Xbox Blast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

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