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Prévia: Desarme uma ameaça terrorista global na pele de Sam Fisher em Splinter Cell: Blacklist (X360)

Uma ameaça terrorista põe em risco a vida de milhões de pessoas ao redor do globo e nada pode detê-la. A operação Blacklist está chegand... (por Filipe Salles em 23/07/2013, via Xbox Blast)

Uma ameaça terrorista põe em risco a vida de milhões de pessoas ao redor do globo e nada pode detê-la. A operação Blacklist está chegando e o presidente dos Estados Unidos só pode recorrer à ajuda de uma pequena equipe, comandada por ninguém mais ninguém menos que Sam Fisher, só que dessa vez, o agente tem carta branca para fazer as coisas do seu jeito.

É com essa trama carregada de clichê que aguardamos mais um capítulo da história de um dos espiões mais populares do mundo gamer desde Solid Snake, Splinter Cell: Blacklist (X360) está programado para 20 de agosto desse ano e marca não apenas o retorno do famigerado visor, mas também a volta da série a sua origem stealth, diferente do antecessor Splinter Cell: Conviction (X360), que desagradou alguns fãs por sua abordagem voltada à ação.

A operação Blacklist não pode ser interrompida

Como é padrão na maioria das séries, filmes ou jogos de videogame focados em um personagem ao estilo “exército de um homem só”, uma gigantesca operação terrorista ameaça dizimar boa parte da população mundial e cabe a ele, junto com uma pequena equipe de suporte, desbaratar essa operação o mais rápido possível e assim prevenir um desastre de proporções globais.
São vocês que vão salvar o mundo?
Para auxiliá-lo em sua missão, três agentes foram designados à sua equipe, chamada de Fouth Echelon (quarto escalão, em tradução literal); Isaac Briggs, ex agente da CIA e controlado pelo segundo jogador em missões cooperativas; Charlie, um hacker de talento ímpar capturado pelo governo apenas para ser recrutado secretamente, e, por fim, Anna Grímsdóttir, uma velha conhecida do passado. O avião Paladin é uma aeronave que serve de quartel general para o grupo, onde é possível acessar as missões e também todos modos de jogo, acabando de vez com a necessidade de menus.

Da maneira que você quiser

Um dos aspectos positivos que veremos em Blacklist é a maneira como o agente evolui de acordo com o plano de ação executado durante o jogo. Cada tipo de ação se encaixa em uma das três categorias, sendo que todas concedem experiência ao personagem. Nomeadas de Ghost, Panther e Assault, saiba abaixo como as categorias são classificadas:

Bem vindo de volta, trinóculo!
  • Ghost: Como o próprio nome diz, pontuação nesta categoria é dada sempre que você passa desapercebido pelos inimigos e utiliza ataques não-letais, deixando o máximo possível de oponentes vivos;
  • Panther: Da mesma maneira que o fantasma, essa categoria difere em apenas um aspecto: acabe com a vida de todos sem que ninguém o veja;
  • Assault: Se o seu barato é o freestyle, essa é a categoria certa para você. Afinal de contas, se Sam Fisher é um exército de um homem só, pra que se preocupar em ficar escondido? Essa categoria dá pontos para quem opta pelo conflito direto.

O que torna esse sistema interessante é que não há uma árvore de habilidades restrita, e isso significa que não importa a maneira como passou por um estágio, você poderá usar seus pontos de experiência como quiser. Afinal de contas, por mais que possamos gostar de passar por um mapa inteiro invisível, tem dias que a melhor maneira é descer o dedo no gatilho.

A volta dos espiões e dos mercenários

Além dos retornos mencionados previamente nesse artigo, o modo espiões vs. mercenários também marca a volta de um dos modos multijogador mais apreciados pelos fãs. Inaugurado em Splinter Cell: Pandora Tomorrow (XB), essa modalidade retornou no episódio seguinte da franquia, mas ficou de fora em Conviction.
Oi? Você vem sempre aqui?
Em Blacklist, o modo foi expandido para acomodar até oito jogadores em dois quartetos. Enquanto o time de espiões precisa localizar e invadir um console, os mercenários tem como objetivo evitar que isso aconteça. Para facilitar as coisas para ambos os times, a visão dos espiões está em terceira pessoa, permitindo melhor acompanhamento da movimentação e utilização das ferramentas para confundir e atordoar seus adversários. Já os mercenários, que portam armamento pesado, a perspectiva em primeira pessoa foi a implementada, já que esta facilita a visualização e, consequentemente, a capacidade de mirar em seus alvos.

Sam Fisher e o ajudante

O modo cooperativo também marca presença na série, embora não pareça ter grandes novidades em relação aos jogos anteriores. Uma das habilidades que pode ser executada pela dupla é a clássica “escadinha”, na qual uma pessoa usa suas mãos para servir de apoio para outra subir um obstáculo que não conseguiria sozinha, como um muro alto. Claro que até o lançamento oficial do jogo deverá ser possível encontrar novas funcionalidades espalhadas pelas quatorze missões co-op do jogo.

Com a jogabilidade fluída, como pode ser visto no trailer de gameplay logo acima, somado à possibilidade de tomar qualquer rota assim como realizar o plano de ação que desejar, sem a obrigatoriedade de seguir em apenas uma linha, Splinter Cell: Blacklist (X360) promete agradar os fãs do gênero, tanto na jogatina para um jogador, quanto disputando competitivamente no modo espiões contra mercenários. Está aguardando o lançamento do jogo? O que achou de sua exibição na conferência pré-E3 da Ubisoft no mês passado? Compartilhem conosco!
Splinter Cell: Blacklist (X360)

Desenvolvimento: Ubisoft Toronto
Gênero: Espionagem / Ação
Lançamento: 20 de agosto de 2013
Expectativa: 4 / 5 
Revisão: Leonardo Nazareth
Capa: Diego Migueis

Filipe Salles é formado em Administração de Empresas pela UNIGRANRIO, joga videogame desde os quatro anos. Nerd assumido, adora falar sobre cultura geek e videogames, o que o levaram à redação do Xbox Blast e da PlayerTwo. Está no Facebook e Twitter.

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